Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu e São Paulo são as
cidades que mais recebem turistas estrangeiros
Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu e São Paulo são
as cidades brasileiras que mais recebem turistas estrangeiros
interessados em fazer lazer no país. Se o motivo são negócios, eventos
ou convenções, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre lideram a
preferência. Quando a visita se dá por outras razões - para visitar
parentes, por exemplo - São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são
as preferidas dos turistas.
As informações fazem parte da pesquisa Caracterização
e Dimensionamento do Turismo Internacional no Brasil, apresentada hoje
(27) pelo ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia.
O levantamento - feito em parceria com a Empresa
Brasileira de Turismo (Embratur), Fundação Instituto de Pesquisas
Econômicas (Fipe) e com a Universidade de São Paulo (USP) - constatou
que 96% dos 5,3 milhões de turistas que visitaram o Brasil em 2005
pretendem retornar, pois têm opiniões positivas a respeito do país.
Visitantes de países da América do Sul são os que
mais gastam quando vêm ao Brasil. Entre os que lideram o ranking de
gasto per capita estão a Argentina e o Paraguai. Países de outros
continentes, como Suíça, Canadá e Inglaterra, também colaboram com o
crescimento da economia local.
A média de idade dos turistas que mais visitam o país
é de 32 a 40 anos. E a renda individual varia de US$ 3,3 mil a US$ 5,3
mil.
Os pesquisadores percorreram 22 portões de entrada e
saída do país, denter eles, 12 aeroportos internacionais e 10 fronteiras
terrestres. Nesses lugares, 36 mil turistas foram entrevistados em
quatro períodos do ano: janeiro (considerado um mês de alta temporada),
julho (média temporada), novembro (de média- baixa temporada) e maio
(baixa temporada).
Segundo o ministro, as informações da pesquisa farão
parte de novas diretrizes do turismo no Brasil. As informações são da
Agência Brasil.
Fonte: www.portugaldigital.com.br
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Hole One, um jeito bom de
fazer amigos e uma atração a mais para o seu
hotel |
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Nascido em
Bom Jesus dos Perdões - interior de São
Paulo - nosso personagem do mês de julho é
Valdecir Carlos de Jesus (foto).
Gerente de Comércio Eletrônico do Hotel
Transamérica, é casado com Marilisa Vitti
há 21 anos, e é pai de Artur (19) e Bruna
(18). Um homem simples, mas com uma
vontade sem igual de fazer amigos.
Conheça nesta entrevista exclusiva, um
pouco da história desse paulista - que
ainda carrega consigo os trejeitos
interioranos – e o quão o golfe é
importante em sua vida, fazendo com que
sua criatividade desse luz a um negócio
que vem conquistando o mundo, o Hole One
(dispositivo para a prática do golfe em
qualquer lugar).
Persona - Como você conheceu o golfe?
Valdecir - Sempre me interessei
pela “etiqueta do golfe”. A “etiqueta” que
incute em seus praticantes o respeito às
suas coisas, o respeito à natureza e
principalmente; o respeito ao próximo. A
partir daí, me tornei um leitor assíduo
das matérias que diziam respeito a essa
modalidade esportiva. Ao longo desses
anos, muita gente me convidou para ir a um
campo para experimentar a sensação de dar
uma tacada, mas sempre relutei. Como tudo
tem a sua primeira vez, atendi a um
convite do professor Mateo Mancini
[professor do Hotel Transamérica] e fui
para campo com ele. Bastaram apenas três
tentativas para que eu pudesse entender o
fascínio que o golfe exerce em seus
praticantes. É muito bom, parece que você
rejuvenece, esquece das dores e volta a
ser uma criança. Recomendo a todos os meus
amigos que pratiquem o golfe e aumente sua
expectativa de vida, pois para mim, o
golfe é revigorante.
P - O que o motivou a criar o Hole One?
V – O Hole One nasceu da
necessidade de botar ordem num ambiente
com 8 crianças que só faziam algazarras e
que queriam aproveitar as noites das
férias escolares de janeiro de 2004. Tinha
que arrumar alguma coisa para fazer à
noite e como eu havia feito alguns tacos
de madeira para brincarmos de golfe
durante o dia, num campo de futebol,
precisávamos dar continuidade à essa
brincadeira. Assim, de posse de algumas
latas de cerveja, potes de sorvete, caixas
de sapato e outros descartáveis comecei a
formatar alguns modelos de buracos para
que todos pudessem se divertir nas
madrugadas de nossas chuvosas férias.
P - Em que momento percebeu que se
tratava de um bom negócio?
V - Ao retornar para o trabalho,
tive a oportunidade de participar de um
curso para árbitros de golfe, que estava
sendo realizado no Hotel Transamérica.
Durante conversas com participantes que
queriam saber da minha relação com o
golfe, contei um pouco da história vivida
ao longo das férias, despertando neles
curiosidade em conhecer os tacos e buracos
que havia confeccionado. Para minha
surpresa, todos foram unânimes em comentar
que eu deveria levar a idéia para uma
linha de produção efetiva, pois era
daquilo que precisavam em seu dia a dia
para treinar o esporte, e que não havia
algo com aquela portabilidade e
simplicidade disponível no mercado. Pensei
que poderia ser uma boa idéia, afinal, se
a brincadeira serviu para entreter as
“minhas crianças”, talvez pudesse servir
para a distração e diversão de outras
pessoas também. Procurei profissionais da
área de marcas e patentes e começamos a
luta.
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P
- Como é ter seu produto sendo vendido
mundo afora?
V – Fico muito feliz em saber que
brasileiros e estrangeiros estão se
interessando pelo produto, que como disse;
é simples, mas precisava de alguém para
fazê-lo, e eu tive a felicidade de ser o
escolhido para essa missão interessante
que cresce a cada dia. Costumo dizer que
Hole One é um jeito bom de fazer amigos.
Produzimos muitos dispositivos para serem
oferecidos como brinde pelas empresas, e
com certeza quem ganha um, não esquece
jamais. Quem sabe, em breve eu consiga
entregar Hole One para auxiliar na
recuperação dos pós-operatórios infantis.
Será extremamente gratificante auxiliar na
coordenação motora, no equilíbrio e na
auto-estima dessas crianças, mas para isso
preciso do apoio de empresas que queiram
compartilhar a alegria de um sorriso
comigo. Afinal, ainda não produzo putters...ainda!
P - Para onde caminha o Valdecir? E o
Hole One?
V - Caminha em busca de um objetivo
que, é claro, só pode ter sido traçado por
Deus, que é o de levar um pouco de alegria
às pessoas, através do golfe. Registrei um
projeto muito bonito que poderá dar uma
nova roupagem ao golfe, através de uma
apresentação extremamente diferente de
tudo o que já se viu até hoje. A intenção
é fomentar a participação da juventude
nesse novo negócio que uma hora vai
despontar e formar novos campeões. Uma
utópia? Pode até ser, mas novamente vem a
frase: "alguém tem que acreditar". Há
alguém que se habilita a encarar esse
desafio comigo? O tempo dirá...
P - Qual o significado do golfe para
você?
V - O golfe para mim é o fazedor de
gente do bem, e por esse motivo, deveria
ser ensinado nas escolinhas, quando a
criança está aprendendo a ler e a
escrever. O golfe é a arma contra tudo de
ruim que vivemos no mundo, é mais que um
esporte, é uma filosofia de vida. E pensar
que tudo começou com uma tacada no dia 10
de Janeiro de 2004. Santo Sêo Mateo!!!
P – Profissionalmente, como executivo
do Hotel Transamérica, o golfe trouxe
benefícios em seus relacionamentos?
V – Indubitavelmente. Talvez se um
ou outro daqueles que participaram do
curso de árbitro comigo, lerem essa
matéria, poderão testemunhar que foi
através do contato com eles que muitas
unidades habitacionais dos nossos hotéis
foram reservadas, além do que, a ligação
entre empresários de diversos setores com
o nosso é de muita valia. Oferecemos
produtos para Turismo, Lazer e Negócios,
ou seja, toda a camada produtiva e de
negócios mantém contato conosco, e com o
golfe estes contatos se afinam e passam a
existir de uma forma mútua de
participação, com isso, aumenta-se a
parceria e como já é sabido, em uma
parceria todos os lados devem ganhar.
Para saber mais sobre o Hole One e
conferir os diversos modelos, acesse
www.holeone.com.br
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